Viajando por aí: San Andrés - Colômbia

7 de novembro de 2015


Sim, eu faço essa foto em todos os lugares que eu vou!! hahahaahh

Hoje vamos falar de San Andrés, uma ilha a 700 quilômetros da costa da Colômbia, e a principal do arquipélago de San Andrés. Conhecida por seu mar de sete cores, que vai do verde mais claro ao azul mais profundo, a ilha é um espetáculo aos olhos; um dos mares mais lindos que já vi na vida! 

A ilha tem uma história bem pitoresca de piratas famosos que atracaram por lá, e seus habitantes tem descendência inglesa, francesa, holandesa, e claro espanhola. O que deu aos locais singularidade e diversidade cultural. Você percebe uma forte influência da cultura rastafári na ilha, e em todo o arquipélago; pra onde você olhar vai ver as cores da bandeira da Jamaica, e ouvir muito Reggae!  
Além disso a ilha é zona franca, ou seja é livre de impostos, o que torna a cidade muito convidativa no quesito compras. 

Chegamos a San Andrés na quinta-feira no final da tarde, e fizemos o percurso Aeroporto/Hotel em ridículos 5 minutos! Sem brincadeira, dá sossegado para ir a pé se você quiser! Fomos de táxi, e mal deu pra se acomodar no banco! 

Nos hospedamos no Royal Decameron Isleño, um hotel cinco estrelas com sistema All Inclusive, que fica na praia de Spratt Bight, bem na área do Peatonal, o calçadão para pedestres onde estão as lojas mais importantes da cidade, e a alguns metros somente do centro comercial.

Lobby do Hotel Decameron

Acima a esquerda: a vista do nosso quarto. Acima a  direita, e abaixo a esquerda: o quarto. E o Bob que nos fez companhia durante a nossa estadia.

A noite fomos jantar no restaurante do hotel, que naquela noite servia um jantar a lá carte. Claro que pedimos um prato com frutos do mar, que não me recordo o nome, mas é delicioso! Após o jantar, sempre tem shows ao vivo na área comum do hotel, o que anima bastante o clima dos hóspedes.

O prato principal do nosso jantar delícia, e uma das bandas que tocou na nossa primeira noite no Decameron.


Um vídeozinho da apresentação de Reggae no Hotel Decameron:



O hotel é fantástico, pertinho de tudo na cidade, e tem ótimo serviço dos funcionários. Por proporcionar shows ao vivo á noite, o hospede nem sente a necessidade de sair para a vida noturna na cidade. A noite é bem animada! Tentamos sair para dar uma volta no calçadão, mas o segurança nos aconselhou a não sairmos só nós duas, pois o lugar é um pouco perigoso a noite, principalmente para mulheres. A ilha, apesar de contar com infraestrutura hoteleira luxuosa, e centro comercial com grandes lojas, ainda sim é um lugar onde a população é pobre e carente de recursos para sua subsistência. 

O único problema que enfrentamos no hotel foi referente aos quartos; eles tinham um forte cheiro de mofo, (normal em locais de praia) e o ralo do chuveiro que sempre entupia. Por várias vezes, tive que desligar o chuveiro para a água escoar um pouco, senão o box transbordava e a água chegava até o quarto. Não sei se era por causa do tamanho do ralo que era bem pequeno pro tamanho do box, ou se era por causa da água. Toda a água usada é dessalinizada, não há fonte de água doce na ilha. 

No dia seguinte fomos fazer o passeio a Johnny Cay, uma ilha que fica a 15 minutos de lancha de San Andrés. O percurso até o porto foi feito a pé pela área do Peatonal. Chegando lá, há barraquinhas de comerciantes que vendem, snorkels, sapatilhas de mergulho, capinhas de máquina fotográfica e celular. Fomos aconselhados a comprar a sapatilha de mergulho, pois o mar é muito cheio de pedras, e a areia da praia de Johnny Cay tem muitos pedaços de mariscos e corais que machucam o pé. 

Conselho da Titia Tati: não compre nada disso no Brasil, deixe para comprar tudo lá, que é imensamente mais barato. A sapatilha por exemplo, paguei 12.000,00 COP (algo em torno de R$ 18,00) e no Brasil você não pagaria menos que R$40,00. 

Nós no calçadão em direção ao porto, essa ilha que você vê ao fundo da primeira foto é Johnny Cay. E eu já na lancha de colete fedorento!
Conselho da Titia Tati II: COMPRE uma capinha para o seu celular ou máquina fotográfica. Fiquei tão p** por ter perdido tantas fotos legais em Punta Cana, (veja os posts aqui e aqui) por causa da capinha da máquina, que resolvi não colocar nenhuma. E me ferrei! Perdi a câmera! Ela tomou um banho na lancha e nunca mais ligou!

Chegando a Johnny Cay

E já em Johnny Cay! Lindíssima com a cara branca de protetor solar! #sópodiaserturista #quemnunca kkkk 
O tempo estava bem instável, uma hora saia sol, outra fechava tudo, mas nada que prejudicasse o passeio. Na ilha há toda uma infraestrutura para servir os turistas, com banheiro, barracas que servem almoço, bebidas e porções. Nada de luxo, com instalações bem rústicas e simples. 
Ficamos na área da faixa de areia, mas há outra parte da ilha que são de pedras e formam piscinas naturais. O local é de fácil acesso, e pode se chegar a ele a pé, pois a ilha é bem pequena. Como sou beeeem preguiçosa, preferi ficar por lá mesmo e curtir o marzão e o visual.






Faz parte desse passeio visitar as ilhas de Acuario e Haynes Cay, bem próximas também de Johnny Cay. Não pagamos pelo passeio, pois o pacote que a minha empresa montou com a agência já incluía tudo, mas pesquisando na internet encontrei preços que variam de 15.000,00 a 25.000,00 COP. E vale muito a pena fazer!

De lá fomos de lancha até Haynes Cay, onde atracamos, e onde os locais estavam preparando o nosso almoço. Haynes Cay é uma ilha bem menor que Johnny Cay, do tamanho de um quarteirão de cidade pequena, que conta com um bar que serve almoço e bebidas, e tem banheiros, só que bem precários. A ilha é linda, mas dá pena do descaso que os moradores tem com o local. Tem muito entulho e lixo espalhados, uma pena.

Almoçamos com o pé na areia e sem luxo nenhum, mas foi o melhor peixe assado na churrasqueira que já comi na vida! Tão bom que nem tirei foto! Não deu tempo hahahaah Além do peixe, serviram salada, arroz com coco, (uma iguaria bem comum na Colômbia, eles comem muito com peixe e frutos do mar) e chips de banana da terra. Tudo uma delícia!

A ilha de Haynes Cay
Olha só o que encontrei entre os entulhos; uma lagartixa azul, habitante bem comum nas ilhas do arquipélago. 
Do lado de Haynes Cay há o Acuario uma ilha ainda menor que essa, onde é possível fazer snorkel e nadar com arraias. Para chegar até o Acuario anda se por dentro do mar uns 200 metros, com água até a cintura mais ou menos, dependendo da maré. Como não sou praticante de mergulho, (definitivamente não é pra mim!) não me interessei em visitar a ilha, mas muitos amigos foram e disseram que é lindo. Pra quem curte mergulho é um prato cheio!

O Acuario, onde se faz snorkel, e é possível ver muitos peixes sem muito esforço, tamanha a transparência da água.


Impossível não se apaixonar por esse mar!

Os dias seguintes foram de muito mar e piscina, onde a gente pôde realmente relaxar e desfrutar das inúmeras atividades recreativas do hotel. Vale lembrar que estando hospedado em um hotel da rede Decameron você pode desfrutar de vários serviços de outros hotéis da rede na cidade. Como restaurantes, (com reservas prévias) piscinas, spas e muito mais. Me arrependo de não ter aproveitado mais essa parte! O tempo voa quando a gente tá de férias, né?!

Na primeira foto de cima a esquerda: a piscina principal bem de frente pro mar. Na foto a cima a direita, e abaixo a esquerda: piscina mais perto do prédio onde estávamos,  as duas piscinas são interligadas. E abaixo a direita: bangalô onde eram realizadas as massagens e tratamentos do Spa.
Na primeira foto a esquerda acima: o hotel visto da praia. Na segunda a esquerda: a área dos bangalôs. E abaixo a praia em frente ao hotel.

Saíamos a pé também para fazer comprinhas no centro, ou simplesmente dar uma volta no calçadão. Você pode alugar motocicletas pequenas, ou carrinhos de Golf para andar pela ilha. Os aluguéis ficam em torno de 50.000,00 a 70.000,00 COP, um valor que achei bem razoável, por um dia todo.

Dicas:

O Peso colombiano só pode ser trocado dentro do país, então procure trocar já no aeroporto de San Andrés, ou no hotel onde você se hospedar. No Decameron o limite é U$ 100,00 por dia, por acomodação. 

Trocar reais por pesos é complicado, poucos aceitam. Consegui trocar só em Cartagena e paguei  R$ 1,00/ 700,00 COP. Não foi muito vantajoso, não viu! Prefira levar dólares e ir trocando aos poucos pra não correr o risco de voltar com pesos.

Há uma taxa de turismo a ser paga ao entrar em San Andrés de 46.800,00 COP. Então já reserve esse valor, que não pode ser pago em dólar.

Os estabelecimentos aceitam dólares normalmente, mas é sempre aquela velha história do cambio que o comerciante quiser. Vale sempre converter pra ver se vale a pena.

No mais, achei San Andrés um lugar bem legal pra conhecer o mar do Caribe com preços mais camaradas, se comparado com outras praias mais conhecidas e badaladas.  


Curtiu? Ficou com vontade de conhecer? Já conhece? Conta pra mim aqui no comentários!

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2 comentários :

  1. Oiee, tudo bem?

    Indiquei você na tag do The liebster awards , dá uma olhadinha nesse link <3
    (http://blogleituraterapia.blogspot.com.br/2015/11/tag-liebster-award.html)
    Beijos<3

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